Atenção MP: Militante de Léo Cunha pede que sejam usadas armas contra militantes da campanha de Dr. Cassio em Estreito

A escalada da violência em Estreito tem sido algo preocupante nos últimos dias. Após um rapaz ser baleado em comício realizado na Vila São Francisco pelo candidato Léo Cunha, as coisas parecem que irão perder o controle.

A violência recebeu um reforço importante, vinda da militância do candidato Léo Cunha, que parecem galos de rinha ao invés de se comportarem como cabos eleitorais.

Nesta Quinta Feira (29), em um grupo de WhatsApp oficial, pertencente aos “jovens do 22”, um áudio postado por um militante de Léo Cunha, demonstra como a violência nasce e está enraizada na campanha de Léo Cunha.

O autor do áudio simplesmente profere discurso de ódio, afirmando que tem de usar “armas pesadas” para tirar o povo do 25 do poder. Em outra frase ele fala em “metralhadora” e até “fuzil Ar15” para ser usado contra a campanha e militantes do Dr. Cássio.

Ouça o áudio!

Lamentável ver um senhor, que deveria dar exemplo, incitando jovens a praticar o ódio sem limites. O comportamento deste homem deveria ser motivo de repúdio de Léo Cunha, que até o presente momento não se manifestou.

O Advogado Francisco Macedo, que é filho de Verbena Macedo, vice de Léo Cunha, é integrante do grupo em questão. Mesmo ele sendo um dos que estão na linha de frente da campanha, parece que não houve qualquer preocupação pública em relação a repúdio sobre a declaração.

Tal afirmação do autor do áudio, poderia explicar a crescente violência na Internet em grupos de WhatsApp, onde ocorrem ataques organizados que visam sempre atingir o candidato Dr. Cassio ou Jackson Pereira.

O áudio deve ser um alerta para as autoridades que precisam tomar providências urgentemente, punindo estes propagadores do ódio e disseminadores da violência.

O candidato Cassio Batista, seguindo a Legislação, protocolou desde o dia 02 de outubro, junto a Polícia Militar e demais órgãos, a comunicação prévia do evento que será realizado nesta sexta feira (30), tudo para evitar qualquer problema ou imprevisto.

Nesta Quinta Feira, sem oficiar as autoridades previamente, a campanha de Léo Cunha simplesmente compartilhou através de sua militância a realização de um evento no mesmo dia em que o 25 previamente indicou a data. O problema é maior do que se imagina, a proximidade dos eventos pode causar consequências graves.

Todos ficaram sem entender, pois seria muito perigoso permitir dois eventos tão próximos e no mesmo dia.

Tanto nos postos de gasolina, nas ruas e até mesmo no comércio, poderíamos ter uma praça de guerra. Claro que fica mais evidente quando um militante de forma irresponsável incita a violência, falando em armas e usando uma linguagem chula, digna de quem não quer a paz.

A Polícia Militar deverá juntamente com Corpo de Bombeiros, Ministério Público e Justiça Eleitoral, decidir se Léo Cunha poderá realizar o evento junto com o previamente marcado ou se deverá cancelar o mesmo.

Neste momento mais parece uma provocação ou prenúncio de uma tragédia envolvendo violência gratuita patrocinada por pessoas que incitam a violência.

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