Exército de Codó pode ser chamado para combater queimadas na Amazônia

Incêndio na Área de Proteção Ambiental Jamanxim, no Pará (Foto Victor Moriyama Greenpeace)

Em edição extra do Diário Oficial da última sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto autorizando o emprego das Forças Armadas para realizar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia , no levantamento e combate a focos de incêndio. A autorização está vinculada à solicitação dos governos de cada estado que integra a Amazônia Legal — composta por Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

Atiradores durante o Curso de Combate a Incêndio Florestal (Foto: divulgação)

Com o decreto do presidente, atiradores do Tiro de Guerra de Codó poderão ser chamados para compor as tropas do Exército que estão sendo enviadas para combater as queimadas nos estados que fazem parte da 8ª Região Militar (8ª RM), uma das doze regiões militares do Exército Brasileiro.

A 8ª RM está sediada em Belém, capital do Pará, e abrange também parte do Tocantins, Maranhão e Amapá. Exatamente por esse motivo os atiradores codoenses poderão participar do combate as queimadas na Amazônia.

Aulas teóricas de Combate e Prevenção a Incêndio Florestal.

Preocupados com o aumento dos focos de incêndios na Amazônia e com a possibilidade de seres chamados, os atiradores participaram do Curso de Combate a Incêndio Florestal e estão prontos para encarar a missão. O curso foi ministrado pela 15ª Companhia Independente de Bombeiros Militar do Maranhão, o treinamento e aula prática foram realizados durante duas semanas.