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O Flamengo é o campeão da Copa Libertadores de 2019

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Flamengo Campeão da Copa Libertadores 2019

A equipe rubro-negra, dona do futebol brasileiro na atual temporada, conquista agora a América, e de modo ao mesmo tempo dramático e antológico. Os brasileiros venceram o River Plate de virada por 2 a 1, com dois gols de Gabigol anotados aos 43 e aos 46 minutos do segundo tempo, em Lima, no Peru. O Flamengo, assim, volta a conquistar continente após exatos 38 anos. Foi justamente em 23 de novembro de 1981, em sua primeira e até então única final do torneio, que o Rubro-Negro, estrelado por Zico e tantos outros craques, vencia o Cobreloa por 2 a 0, em Montevidéu, no Uruguai, e levantava assim a taça da Libertadores.

Em tempo: ainda que não entre em campo, o Flamengo tem nova chance de ser campeão amanhã. Líder isolado do Campeonato Brasileiro com 13 pontos de vantagem para o segundo colocado, o Rubro-Negro confirma o título nacional caso o Palmeiras não vença o Grêmio, em jogo marcado para as 16h deste domingo, no Allianz Parque.

O melhor do jogo: Gabigol Artilheiro da Libertadores e agora com 40 gols na temporada, Gabigol foi o nome da decisão. Apesar de pouco produzir ao longo de praticamente toda a partida, o camisa 9 do Flamengo marcou aos 43 e aos 46 do segundo tempo, sendo o herói do bicampeonato rubro-negro.

Flamengo: o melhor ficou para o final Nos primeiros 15 minutos do jogo, o Flamengo conseguiu colocar em prática o que vem desenvolvendo nos últimos meses. Quando tomou o gol, claramente sentiu a perda de controle da partida, passou a errar mais passes e a encontrar muita dificuldade na criação das jogadas. Conforme nada dava certo à frente, a defesa também passou a ser mais “convidativa” ao intenso time do River Plate — passou a ter dificuldade até para subir seu posicionamento em campo, talvez principal característica da retaguarda do time que é a sensação do Brasil.

O melhor, porém, estava guardado para o fim. Com Gerson machucado, Jesus mandou o time para frente a partir dos 20 minutos da etapa final colocando Diego em campo. A pressão, ainda que não absoluta, surtiu efeito nos minutos finais, premiando os rubro-negros com uma épica virada no fim da decisão.

River Plate: controlou boa parte do jogo (que só acaba quando termina) Marcando numa linha mais baixa que a do Flamengo, como esperado, e mordendo individualmente os rubro-negros, o River Plate praticamente anulou boa parte das tentativas ofensivas dos comandados de Jorge Jesus. Após o primeiro gol, cresceu no jogo, passou a ter o controle das ações e, ofensivamente, se fez valer de um meio de campo de muita qualidade para alimentar os homens de frente. Por diversos momentos, conseguiu amassar os brasileiros no campo de defesa rubro-negro.

No segundo tempo, diminuiu o ritmo. A defesa passou a encontrar dificuldade para segurar as subidas flamenguistas principalmente pelas laterais. E os argentinos, que chegaram a ter a partida sob controle, foram castigado com dois gols do Flamengo na reta final.

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